13/03/10

Nelson Mandela - um exemplo de coragem, determinação e liderança


"África do Sul, 1994 - Nelson Mandela sai Presidente das primeiras eleições inter-raciais e inicia a árdua missão de sarar as feridas de 42 anos de "apartheid": as suas e as de todo um país. Com a ajuda de François Pienaar (Matt Damon), capitão da Selecção sul-africana de râguebi, Mandela (Morgan Freeman) inspira um país inteiro, ainda consumido pela divisão entre negros e afrikaners (descendentes dos colonos europeus). Confiante que poderia pôr todos a olhar na mesma direcção, Mandela usa a equipa dos Springboks como símbolo da união nacional, levando-a até à final do Campeonato do Mundo de Râguebi de 1995. É então que, contra todas as probabilidades, África do Sul vence a partida contra a fortíssima formação da Nova Zelândia e torna-se campeã do mundo. Uma história verídica, realizada por Clint Eastwood, que mostra como a inspiração para algo grandioso pode ser encontrada nas pequenas conquistas de um povo." (www.cinecartaz.publico.pt)
É esta a descrição do cartaz cinematográfico do público do filme Invictus. Fui ver o filme e é de facto espantoso poder assistir a esta construção histórica e, acima de tudo, homenagem a tão grande Homem e sua acção em prol dos Direitos Humanos. Mandela teve uma vida politicamente activa, na protecção e promoção dos Direitos Humanos - políticos, sociais e económicos negados pelo regime do Apartheid, nomeadamente pela liberdade do povo sul africano. Tratado e condenado como um terrorista pelo Governo, esteve preso durante 28 anos, sendo libertado em 1990 pela grande pressão internacional desenvolvida a seu favor. Aquando da publicitação do filme, Nelson Mandela foi entrevistado relativamente à representação do seu papel por Morgan Freeman, respondendo que, além da enorme competência do actor, não lhe ocorreria nada mais adequado do que um actor cujo apelido apela à liberdade humana... Associação básica, talvez, mas achei extraordinária essa intervenção.
Noutro dia, tomei conhecimento da crítica cinematográfica do jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, dedicada a esta produção, como exemplo de reconcialiação e perdão, bem como de luta pela promoção dos Direitos Humanos, que vos convido a lerem.
E àqueles que ainda não tenham visto o filme: vejam, vale a pena. Uma bela inspiração para o nosso trabalho!

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